Lala Deheinzelin

Lala Deheinzelin

Futurista e Criadora da Fluxonomia4D

Temas: Futuro e Inovação, Gestão de pessoas, Liderança, Vendas e Negociação - SP

Sobre:

Lala Deheinzelin é futurista e pioneira no setor da Economia Criativa como estratégia de Desenvolvimento e Sustentabilidade. Foi indicada pela P2P Foundation, como uma das 100 Mulheres que estão co-criando a sociedade colaborativa, na categoria de “Pioneiras e Defensoras nos Negócios e Economia Ética”. Segundo, Ross Dawson, está entre as três maiores futuristas das Américas Latina e Central. Cofundadora do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP, parte do United Nations Millennium Project, é autora do livro “Desejável Mundo Novo” e coordenadora do movimento Crie Futuros. Em 2002 ingressou no SEBRAE como assessora do presidente nacional, no intuito de apresentar a Economia Criativa como estratégia de desenvolvimento local sustentável em diversos estados. Em 2012 após workshops na RIO+20, é convidada pela ONU e organizações não governamentais para assessorar e elaborar estratégias de desenvolvimento para Moçambique e Cabo Verde. Projetos esses que estrearam o tema da Economia Criativa e colaborativa na World Trade Organization. Em 2015, sistematiza os conhecimentos e ferramentas que aplicou em 4 continentes, diversos países e diferentes setores e que hoje denomina Fluxonomia, um sistema de gestão de processos e organizações para as mudanças de modelos socioeconômicos do século XXI, baseado nas economias criativa, compartilhada, colaborativa e multimoedas.

Lala é considerada uma das 100 mulheres do mundo que estão co-criando a nova sociedade e a economia. Assessora e palestrante durante anos, atuou em quatro continentes e em todos os setores da sociedade que lideram processos sustentáveis ​​e inovadores: governos locais e nacionais; instituições multilaterais; ONGs e startups; corporações e instituições. Futurista desde 1995, umas das 3 Top da América Central e Latina, é pioneira em Economia Criativa e Colaborativa e autora do livro Desejável Mundo Novo. Lidera e coordena o Movimento Crie Futuros, case de inovação em reuniões voltadas à investigação do futuro nos Estados Unidos, México, Espanha, China, Japão, Bolívia, Chile, Colômbia e Argentina, e criadora da Fluxonomia 4D, uma ferramenta de gestão estratégica que combina Estudos de Futuro e Novas Economias.

PALESTRAS

• Futurismo e Novas Economias (Criativa, Compartilhada, Colaborativa e Multi Valores).

• Viabilizando Futuros por meo Compartilhamento e da Colaboração

• Novas Economias e o Futuro do seu Setor

• Oportunidades do Presente e Futuro do Trabalho

• Inovando Através de Economia Criativa e Colaborativa

A importância das Novas Economias para sobreviver no mundo atual e surfar no futuro.

A Economia Criativa surge pela primeira vez na Austrália, não com esse nome e sim com o nome de Indústria Criativa no começo dos anos 90, tendo a ideia de que a Austrália poderia ser uma nação criativa. Ela se desenvolve de fato na metade dos anos 90 no Reino Unido quando Tony Blair assume o governo como primeiro-ministro e o país está numa crise total e não sabe por onde crescer. Ele junta uma força tarefa com todos os ministros e lideranças, além de empresários, academia e outros. Essa foi a grande força que foi desde o princípio uma força tarefa multidisciplinar e com uma visão de Estado perguntando como eles deveriam crescer. A conclusão que se chegou foi que a única saída para o Reino Unido era crescer a partir do seu patrimônio intangível (Beatles, Rolling Stones, Shakespeare, Mary Quant…), enfim, pela Indústria Criativa.

A Economia Criativa é um conceito mais amplo do que a Indústria Criativa. Mais amplo do que cidades criativas, tendo a percepção que qualquer empreendimento vai ter o seu valor a partir de intangíveis. O que quer dizer isso? Se você fabrica ovos por exemplo, o seu ovo é indistinto, o seu ovo não tem um valor especial… mas se você faz “O Ovo da Galinha Feliz”, o seu ovo é desejado por esse atributos intangíveis. Essa é um pouco a maneira que se conforma a coisa. A questão não é desenvolver a Economia Criativa, mas desenvolver as cidades, os territórios ou o país (como foi o caso do Reino Unido ou como é o caso da China) através da Economia Criativa. Essa é a única estratégia efetivamente sustentável que temos para o futuro.

A Economia Criativa não é só relacionada aos artistas, pois ela é ligada a todos que estão interessados em gerar coisas que tenham valor a partir de criatividade, conhecimento, relações e experiências.
Uma vez eu estava dando uma palestra e uma pessoa se levantou e disse: “Calma lá, então quer dizer que tudo é Economia Criativa, até o ovo?”; eu disse: tudo não, o ovo não é Economia Criativa, mas se for “O Ovo da Galinha Feliz” poder ser, porque aí o que você está vendendo não é um tangível (o ovo em si) mas o intangível que está na ideia da galinha feliz (sustentabilidade, orgânico e outros).

As empresas buscam resultados (lucro, meta e faturamento) ok? Hoje não é possível ter lucro, meta e faturamento sem incorporar as Novas Economias. Não é possível sem a Economia Criativa ou seja, se você não tem um diferencial, se você não usa bem os talentos que têm internamente, se você não sabe do que é que você está cuidando, qual é o seu propósito, em que você serve a tua comunidade, se você não conta a história porque você é único, ou seja, se você não trabalha com a Economia Criativa não terá lucro, meta ou faturamento. Não é possível alcançar essas coisas sem a Economia Compartilhada.

A gente sabe que em 20 anos, cerca de 40% das 500 maiores empresas que hoje em dia estão na Forbes não vão existir. Vai haver uma mudança muito grande e vão sobreviver quem conseguir ter visão de futuro, estando adequado a esse futuro e aprendendo como incorporar às Novas Economias. Então a resposta é que não existe uma escolha. Não é possível não usar às Novas Economias. Ou usa ou morre! Tem um livro muito bom feito pela Shareable, que é tanto publicação como organização que fomenta o movimento das “Sharing Cities” (Cidades Compartilhadas) que se chama “Share or Die: Voices of the Get Lost Generation in the Age of Crisis” [algo como “Compartilhe ou Morra: vozes da geração perdida na era da crise”] dos autores Malcom Harris e Neal Gorenflo.

Um dos aspectos muito interessantes da Economia Compartilhada é que ela serve a qualquer tipo de iniciativa. Algumas têm mais facilidade para adotá-las como os coletivos criativos ou as ONGs porque tem estrutura menos hierárquica e mais flexível, menos burocratizada, mais adaptáveis e por isso inclusive elas estão na frente.

Há muitos anos nas grandes metrópoles, o número de moradias vazias é igual ao número de pessoas que não têm moradia. Então não precisa construir mais moradias, precisa otimizar o uso daquilo que já tem. Essa é uma grande estratégia de futuro. O que ela faz é pegar valores que já estavam implícitos em comunidades que praticavam o compartilhamento entre si, comunidades de afinidades pequenas, mas hoje graças as novas tecnologias é possível fazer isso em escala e isso é fascinante. Com isso nós podemos resolver coisas que pareciam impossíveis de ser solucionadas. Agora com os recursos, com as pessoas e os conhecimentos disponíveis e usando essa combinação criativa, colaborativa e compartilhada, a gente pode sim fazer com que um futuro de abundância sustentável seja real para todos.

Em relação como o Brasil tem se projetado no cenário da Economia Criativa, existem boas experiências porém elas são isoladas. Tanto do ponto de vista de empresas quanto no campo fertilíssimo das empresas sociais, nessa junção do econômico com o social que é um futuro (toda a coisa de comércio justo, produção justa e tais), mas não há um movimento de Economia Criativa. Ela não é prioridade. Não se percebeu ainda que não é só desenvolver a Economia Criativa, mas é perceber que a Economia Criativa é um caminho para desenvolver o país. Tem que virar uma causa prioritária como foi no Reino Unido.É prioridade também na China. Eu cito bastante a China por aqui (não defendendo o modelo político obviamente) mas é inegável a competência que a China tem com uma eficiência extraordinária. Quando a gente vê a estrutura de suporte que China tem para desenvolver sua Economia Criativa, não surpreende o fato de eles serem o maior exportador de Indústrias Criativas do mundo.

Enquanto a gente não mudar as estruturas e novas normas, não adianta mudar de conceito pois mesmo quem quer fazer algo não irá conseguir. Eu percebo que estamos vivendo uma transição que não é só no Brasil (ela é global). Assim como nós passamos da Monarquia para a República, esse modelo de República que já tem uns 200 anos vai ter que se transformar, pois ele não atende mais as necessidades de gestão. Ele não é capaz de mudanças exponenciais. Enquanto não podermos ir além deste modelo, vão nos faltar normas e estruturas suficientes para poder avançar.

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