Paulo César Lima (CAJU)

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Paulo Cesar Caju - "Vivi 17 anos no inferno devido às drogas”

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Paulo César Lima (CAJU)

Ex-Atleta Campeão de Futebol

Temas: Comunicação | Marketing, Educação, Gestão de pessoas, Liderança, Motivacional, Superação - SP

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Sobre:

Nascido na favela da Cocheira, Paulo Cézar Lima tinha o sonho de fazer sucesso no futebol e sair da miséria. Como a favela onde fora criado ficava no bairro de Botafogo, nada era mais natural do que ele fosse tentar a sorte no alvinegro de General Severiano.

Foi revelado pelo Botafogo e atuou pelo clube desde o fim dos anos 1960 ao início dos anos 1970. Foi apelidado de "Nariz de Ferro" e "Urubu Feio". Seu futebol habilidoso e provocador foi chamando a atenção do público futebolístico.

O apelido Caju, que tornou-se quase um sobrenome, surgiu quando retornou dos Estados Unidos em 1968 com os cabelo pintados de vermelho. A pintura de vermelho dos cabelos foi feita como forma de demonstrar seu apoio ao movimento dos panteras negras, com o qual o jogador identificava-se politicamente.

Atuava na ponta-esquerda. Aos 21 anos de idade, disputou, como reserva da seleção brasileira, a Copa do Mundo de 1970, no México.

Em 1972, Paulo Cézar transferiu-se para o Flamengo, time pelo qual jogou até 1974. Na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha, foi titular da seleção brasileira.

Mas só faria um contrato realmente bom quando foi vendido ao Olympique de Marseille, da França, depois da Copa de 1974. "Sempre troquei de time por interesses profissionais", disse à revista Placar, em 1979. "E acho que deve ser assim mesmo, pois a carreira é curta. Hoje, minha situação financeira é apenas razoável, ao contrário do que muitos podem pensar. Contrato excepcional mesmo só fiz com o Olympique. Os outros foram apenas bons."

Teve uma primeira passagem pelo Grêmio, entre 1978 e 1979. Passou ainda por Vasco da Gama e Corinthians. Retornou ao tricolor gaúcho, onde foi campeão mundial da Copa Intercontinental em 1983.

Em 1997, foi a estrela de um documentário cinematográfico sobre sua vida, feito para lançamento durante a fase promocional da Copa do Mundo de 1998, na França.

Em 2005, foi homenageado pelo Botafogo, com o lançamento de uma camisa comemorativa, com seu nome e o número 11 às costas. A partir de maio de 2008, passou a escrever às terças-feiras para o Jornal da Tarde, onde prometeu "soltar o verbo".

PALESTRAS

Um dos primeiros “rebeldes” do futebol brasileiro, Paulo Cesar, defensor do Futebol Arte, sempre teve perfil contestador, não aceitando calados as imposições e preconceitos do sistema. Essa postura se reflete até hoje na sua Coluna no jornal O Globo onde deixa clara sua fidelidade aos seus princípios, raízes e valores.

Em suas Palestras /Depoimento, Paulo Cesar nos conta a saga de um menino da favela que atingiu o sucesso muito jovem, tornando-se amigo de personalidades Internacionais, frequentado ambientes Vips em várias partes do Mundo, mas que ao encerrar sua carreira se tornou viciado em Cocaína e Álcool durante 17 anos.

Paulo Cesar faz um depoimento contundente e nos ensina que determinação, personalidade, acreditar no seu potencial e não abrir mão dos seus princípios de vida são premissas básicas para a afirmação pessoal e dignidade de caráter. Além disso, nos relata que um grande amor pode ser o elemento transformador. E culmina nos demonstrando a importância do discurso:

“Fora Drogas “ e que nunca é tarde para sonhar e acreditar que o melhor ainda está por vir”.